sensor de rotação diesel: Descubra a Verdade

O sensor de rotação diesel costuma dar as caras no painel ou em falhas de partida, e entender sua função pode poupar tempo e dinheiro. Ele monitora a rotação do virabrequim e manda sinais essenciais para o módulo de injeção — se ele falha, o motor pode se recusar a ligar, apresentar falhas de ignição ou até exibir códigos bico-injetor-do-jeito-certo-e-quando-nao-resolve/” title=”Como usar aditivo para limpar bico injetor do jeito certo (e quando não resolve)”>como P0335/P0336.

Vamos explorar como o sensor trabalha nos sistemas diesel modernos, os sintomas mais comuns de defeito e os testes mais confiáveis: multímetro, osciloscópio e scanner OBD-II para leitura de códigos e waveform. Marcas como Bosch, Denso, Delphi e Continental dominam esse mercado; saber as especificações elétricas e detalhes como os pontos de pressão (quando envolve componentes relacionados, em bar/MPa) faz toda a diferença no diagnóstico.

Você também vai encontrar procedimentos de substituição, dicas de manutenção periódica e a importância de usar peças originais para garantir compatibilidade e durabilidade. Isso tudo reduz paradas e mantém sua frota ou veículo rodando.

O que você encontrará neste post:

O que é o sensor de rotação diesel e sua importância

O sensor de rotação monitora a posição e a velocidade do virabrequim nos motores diesel. Ele fornece sinais cruciais para o módulo de controle do motor (ECU).

Esse sensor influencia o sincronismo de injeção, o corte de combustível e até o diagnóstico OBD, impactando diretamente desempenho e consumo.

Função do sensor de rotação no motor diesel

O sensor de rotação mede RPM e posição do virabrequim usando uma roda fônica ou dentes no próprio virabrequim. A ECU depende desse sinal para calcular o tempo de injeção e controlar a abertura das válvulas, além de cortar combustível em caso de sobre-rotação.

Se o sinal não estiver limpo, a bomba injetora ou o sistema common-rail pode atrasar as injeções, gerando falhas na partida, marcha lenta irregular e aumento de consumo. Códigos OBD-II como P0335 (sensor de posição do virabrequim – circuito) costumam indicar falha no sinal.

Ferramentas como multímetro automotivo, osciloscópio e scanner OBD com leitura de waveform são essenciais. Marcas como Bosch, Denso, Delphi e Continental oferecem sensores para várias aplicações diesel; a escolha depende do perfil de dente da roda fônica e do conector elétrico.

Diferença entre sensores de rotação e outros sensores do motor

O sensor de rotação (crankshaft position sensor) é diferente do sensor de fase (camshaft) porque ele fornece referência absoluta do virabrequim. Já o sensor de fase mostra a posição relativa do comando de válvulas.

Nos sistemas diesel, o sensor de rotação define o tempo base. O sensor de fase entra ajustando o sincronismo nos sistemas que precisam de injeção por cilindro.

Sensores indutivos geram tensão pela variação magnética. Sensores Hall precisam de alimentação de 5–12 V e produzem sinais digitais.

Comparando com sensores de pressão do rail (bar/MPa), que medem pressão de injeção (tipo 100–2000 bar em common-rail), o sensor de rotação não mede pressão, mas sua falha afeta o controle dessa pressão e o fluxo de combustível.

Principais componentes do sensor de rotação

Componentes típicos: corpo do sensor, elemento sensor (indutivo ou Hall), ímã permanente ou bobina, conector elétrico e anel fônico no virabrequim. O anel fônico pode ser integrado ao virabrequim ou ao volante.

Dentes danificados no anel comprometem o sinal. Fique atento à folga entre o polo e o anel fônico (normalmente 0,5–2,0 mm, mas sempre confira a especificação do fabricante), resistência da bobina (Ω) em sensores indutivos e alimentação de 5–12 V para sensores Hall.

Cheque o padrão de waveform com osciloscópio e continuidade com multímetro. Substituições originais Bosch, Denso, Delphi ou Continental mantêm compatibilidade elétrica e resistência a vibração e calor.

Conectores corroídos ou fios quebrados são causas comuns de falha. Use chaves torx e alicates de crimpagem ao instalar.

Funcionamento do sensor de rotação em sistemas diesel

O sensor de rotação fornece à ECU a posição e a velocidade do virabrequim em pulsos precisos. Isso permite calcular o tempo de injeção, sincronizar o comando de válvulas e ajustar a recirculação de gases (EGR) em cada ciclo.

Ele pode operar por efeito eletromagnético ou Hall, gerando sinais digitais ou analógicos. Trabalha em conjunto com o sensor de fase (CMP) para o controle fino da injeção eletrônica.

Comunicação com a ECU

O sensor manda pulsos por fio de sinal para a ECU, em forma de onda TTL ou sine/cosine, dependendo do tipo (Hall ou indutivo). A ECU interpreta a frequência para determinar RPM e a posição de referência para iniciar o tempo de injeção.

Se o sinal falha ou fica intermitente, a ECU pode registrar códigos OBD-II como P0335 (CKP – circuito do sensor de posição do virabrequim) ou variações específicas de cada fabricante. Ferramentas como multímetro automotivo, osciloscópio de bancada e scanner OEM (Bosch/Denso) ajudam bastante no diagnóstico.

A topologia elétrica inclui resistência de pull-up, aterramento comum e, às vezes, filtros ou condicionadores de sinal na linha. Ruído elétrico vindo de bombas ou solenóides pode distorcer o pulso; usar um adaptador de terra e testar com osciloscópio revela amplitude e forma de onda corretas.

Quando a ECU percebe perda de sinal, ela entra em modo de emergência e altera o tempo de injeção, reduzindo desempenho e aumentando o consumo.

Ligação com o virabrequim e eixo de comando

O sensor de rotação fica bem próximo à roda fônica do virabrequim ou a uma marca dentada no flange. A folga entre dente e ponta do sensor costuma variar entre 0,5 e 2,0 mm, dependendo do projeto.

Em motores diesel, a roda fônica geralmente tem 60-2 ou 36-1 dentes; qualquer dente faltando serve de referência para o TDC. A sincronização mecânica é sensível: desalinhamento de 1° no virabrequim já afeta o tempo de injeção e o desempenho.

É importante checar o estado da roda fônica, ferrugem, dentes danificados e o encaixe do sensor. Para verificar, use relógio comparador para confirmar TDC e régua de calibre para a distância do sensor.

Na hora de substituir, prefira peças de fabricantes reconhecidos (Bosch, Denso, Delphi, Continental) para manter tolerâncias e impedâncias corretas.

Interação com a injeção eletrônica

A ECU transforma os pulsos do sensor de rotação em RPM e ângulo do virabrequim para calcular o tempo de injeção e a duração em milissegundos. Em sistemas common-rail diesel, a ECU ainda coordena pressão de rail (até 1600 bar / 160 MPa nos sistemas modernos) e tempo de abertura do bico, ajustando pré-injeções para reduzir ruído e emissão.

Se o sinal não estiver regular, o tempo de injeção fica fora do esperado, o que pode causar falhas na partida, marcha lenta instável e mais fumaça. Códigos como P0336 (variação de sinal CKP) ou outros de sincronismo podem aparecer em scanners Bosch/Delphi.

Ferramentas de diagnóstico recomendadas: scanner OBD-II compatível com protocolo diesel, osciloscópio para checar forma de onda, e manômetro de alta pressão para validar pressão no rail. Trocar o sensor de rotação por peça de qualidade e recalibrar a ECU (quando necessário) devolve o tempo de injeção correto e previne danos ao sistema de injeção eletrônica.

Se precisar de peças, vale buscar qualidade no Armazém Auto Peças para garantir precisão e durabilidade no seu sistema de injeção diesel.

Sintomas e problemas comuns do sensor de rotação diesel

Falhas no sensor de rotação afetam diretamente a leitura de posição e velocidade do virabrequim. Isso pode causar problemas na partida, perda de potência e cortes inesperados do motor.

Reconhecer sinais específicos ajuda a diagnosticar com as ferramentas e códigos certos antes de trocar a peça.

Dificuldade na partida e funcionamento irregular

Quando o sensor de rotação está com defeito, a ECU recebe pulsos imprecisos do virabrequim. Pode ser que ela não acione a bomba de alta pressão ou o sistema de pré-aquecimento na hora certa.

Você percebe dificuldade para dar partida, especialmente em dias frios, ou precisa tentar várias vezes até pegar. Em motores diesel com common-rail, a leitura errada pode impedir a abertura dos injetores na sequência correta.

Cheque códigos como P0335 (Crankshaft Position Sensor A Circuit) e P0339, que indicam perda de sinal. Use um osciloscópio automotivo ou multímetro com função de frequência para medir o sinal: o esperado é um sinal digital limpo na faixa de 0–12 V ou pulsos por rotação.

Se houver ruído ou queda para 0 V, provavelmente há falha. Ferramentas úteis: osciloscópio PicoScope, scanner OBD-II compatível com protocolos diesel e pinça amperimétrica para checar alimentação do sensor.

Marcas comuns de sensores incluem Bosch, Denso, Delphi e Continental. Sempre confira pinagem e especificação na folha técnica antes de trocar.

Perda de potência e falhas de ignição

Leituras imprecisas do sensor de rotação podem atrasar ou adiantar o tempo de injeção. Isso leva à perda de potência e hesitação ao acelerar.

Você pode notar falta de resposta ao pisar no acelerador e redução de torque em subidas ou com carga. Em veículos com controle de recirculação e sobrealimentação, o problema afeta também a pressão do rail (normalmente 0–200 MPa, dependendo do sistema).

Variações bruscas no rail indicam problema de sincronia. Procure códigos OBD relacionados à sincronização entre virabrequim e árvore de cames (como P0016), além dos códigos do sensor.

Teste a pressão de combustível com manômetro calibrado até o valor nominal do fabricante (common-rail costuma trabalhar entre 120–160 MPa em marcha lenta elevada). Se o problema aparece só sob carga, inspecione conectores, cabos e blindagem contra EMI; ruído eletromagnético perto de bombas elétricas ou bobinas pode corromper o sinal.

Desligamento repentino do motor

Quando um sensor perde o sinal de forma intermitente, o motor pode desligar de repente porque a ECU corta o combustível por segurança. Isso pode acontecer em marcha lenta ou durante manobras, e às vezes a luz de injeção acende no painel.

Em situações mais graves, o carro pode simplesmente não religar até que a ECU reconheça um novo pulso. É frustrante, especialmente se você estiver com pressa.

Faça um teste de estrada usando um scanner OBD-II (com registro Live Data) para monitorar o sinal do sensor e o RPM no momento do desligamento. Vale a pena conferir a continuidade dos fios, a resistência do sensor (dê uma olhada nos valores recomendados pelo fabricante Bosch ou Denso) e a tensão de alimentação, que normalmente é 5 V ou 12 V, dependendo do projeto.

Use uma ferramenta de limpeza de contatos elétricos e, se necessário, troque o terminal ou o próprio sensor por um original de qualidade. Para quem trabalha com frota, manter sensores de rotação OEM em estoque pode salvar tempo e dor de cabeça.

Diagnóstico de defeitos em sensores de rotação diesel

Identificar sintomas elétricos, analisar a forma do sinal e checar códigos de falha ajudam a decidir se o sensor precisa ser limpo, reparado ou trocado. Testes com multímetro, osciloscópio e scanner automotivo são essenciais para confirmar pulso, integridade do circuito e comunicação com a ECU.

Uso do multímetro para teste

Verifique continuidade e resistência do sensor usando um multímetro digital, seja de bancada ou automotivo (tipo Fluke 87V, Klein MM600). Com o conector fora do lugar, meça a resistência entre os pinos do sensor hall ou indutivo; os valores mudam de acordo com o fabricante, mas sensores indutivos costumam ficar entre 200–2.000 Ω.

Antes de bater o martelo sobre o diagnóstico, consulte a especificação Bosch, Denso, Delphi ou Continental. Teste também alimentação e aterramento no chicote, com o multímetro em modo DC: confirme se há 5 V ou 12 V de referência, conforme o caso.

Meça a tensão de saída com o motor em marcha lenta. Sensores indutivos vão gerar uma corrente alternada variável, enquanto sensores digitais mostram pulsos DC. Fique de olho em possíveis curtos para massa ou alimentação, e pinos abertos. Anote tudo para comparar depois.

Análise de sinal com osciloscópio

Com um osciloscópio automotivo (tipo PicoScope, Tektronix TBS), visualize a forma de onda do pulso do sensor e veja como ela acompanha o giro do virabrequim. Conecte a terra do osciloscópio à massa do motor e o canal ao sinal do sensor.

O ideal é ver uma forma de onda limpa e estável. Se aparecer ruído, amplitude baixa ou jitter, pode ser defeito, aterramento ruim, dentes faltando na roda fônica ou até problema na ECU.

Meça amplitude (Vpp), frequência e largura de pulso em diferentes RPMs, de 600 até 2.000 rpm, para conferir linearidade. Sensores indutivos costumam ter amplitude menor em marcha lenta (<1 V), aumentando com RPM. Sensores ativos devem mostrar pulsos 0–5 V. Salve capturas para comparar com padrões Bosch/Denso, e use filtro de ruído se precisar.

Leitura de códigos com scanner automotivo

Conecte um scanner OBD-II compatível com diesel (tipo Bosch KTS, Autel MaxiSys) ao conector OBD. Leia códigos como P0335 (sensor de posição do virabrequim) e outros específicos de cada fabricante.

Registre códigos pendentes e parâmetros em tempo real, como RPM do virabrequim e falhas de sincronismo. Use funções avançadas do scanner para testar atuadores e monitorar o sinal ao vivo.

Se a ECU mostrar perda de sinal intermitente, tente simular situações (aceleração, marcha lenta) para provocar o erro. Só troque o sensor depois de cruzar as informações do scanner, multímetro e osciloscópio. E, na hora da troca, dê preferência para sensores Bosch, Denso, Delphi ou Continental.

Causas de falhas e prevenção no sensor de rotação

Falhas no sensor podem vir de problemas elétricos, sujeira (óleo, metal) ou desalinhamento mecânico. Qualquer defeito ou sujeira já afeta o sinal para a ECU e prejudica a partida do motor.

Problemas em conectores e cabos

Conectores corroídos, pinos tortos ou cabos descascados interrompem o sinal entre o sensor e a ECU. Faça uma inspeção visual e teste continuidade com multímetro digital; resistência aberta ou variação intermitente é sinal de problema.

Um osciloscópio automotivo ou scanner OBD-II que leia PIDs do sensor pode ajudar a confirmar se há pulso ou não. Prenda bem os terminais com o torque certo e use limpa-contatos próprio. Se o conector estiver ruim, troque e use tubo termo retrátil para vedar.

Marcas como Bosch e Delphi têm conectores de reposição; escolha sempre componentes com proteção IP67 para evitar infiltração. Se notar curto para massa, siga o chicote até a ECU.

Impacto de sujeira e necessidade de limpeza

Óleo, fuligem ou detritos metálicos grudados no sensor mudam a leitura do campo magnético e reduzem a amplitude do sinal. Em motores diesel, partículas de carbono e óleo são comuns perto do virabrequim, o que pode causar perda de referência e falha de ignição, além de códigos P0335/P0336.

Limpe o sensor com cuidado usando limpador de partes eletrônicas não condutor e uma escova macia. Evite solventes agressivos, que podem danificar o plástico. Sempre desconecte a bateria antes, anote a posição do sensor e use vedação nova ao remontar.

Depois de limpar, confira o funcionamento com scanner OBD-II e osciloscópio para garantir que a forma de onda esteja estável.

Desgaste e desalinhamento do sensor

Se o sensor estiver desgastado ou deslocado, a folga entre ele e o anel reluctor muda, alterando amplitude e timing do sinal. A folga costuma ser de 0,5–2,0 mm, mas sempre confira a especificação do fabricante.

Use paquímetro ou calibrador de folga para medir. Se precisar, use extrator ou pressionador específico para ajuste fino. Troque por peça original e escolha o modelo certo de voltagem e saída (passivo ou ativo).

Depois do ajuste, reavalie a forma de onda com o osciloscópio e cheque se não há mais códigos OBD-II ligados ao sensor.

Processo de substituição do sensor de rotação diesel

Aqui, um resumo prático de quando trocar o sensor, como escolher e instalar a peça certa, e cuidados importantes durante o serviço.

Quando realizar a substituição do sensor

Troque o sensor de rotação se o motor estiver perdendo potência de forma intermitente, falhando na partida ou apagando em marcha lenta. Códigos OBD-II típicos são P0335–P0339 (sensor de posição do virabrequim) e P06B1 em algumas ECUs diesel.

Verifique também o sinal com osciloscópio automotivo ou scanner OBD-II que capture formas de onda; se a leitura estiver instável ou sem pulso, não tem jeito, precisa trocar. Sinais mecânicos como soquete solto, encaixe danificado ou contaminação por óleo também pedem troca imediata.

Se houve intervenção no balanceador harmônico ou polia do virabrequim, ou se o sensor já rodou mais de 100.000 km (especialmente em veículos que vibram muito), vale trocar preventivamente.

Orientações para escolha e instalação de peças

Prefira sensores de fabricantes reconhecidos: Bosch, Denso, Delphi ou Continental. Isso reduz risco de dor de cabeça. Confirme a referência OEM e compare pinagem, comprimento do cabo e tipo (indutivo ou Hall).

Na compra, escolha unidades com garantia e selo de compatibilidade para injeção diesel. Se der, use o número OEM ou do motor para garantir encaixe perfeito. Antes de instalar, limpe a área do virabrequim e evite sujeira no alojamento.

Aplique o torque recomendado pelo fabricante (geralmente entre 6–12 N·m, mas confira no manual). Use junta ou o-ring novo quando vier junto. Teste a conexão elétrica com multímetro e, depois de instalar, confirme o sinal com scanner OBD-II ou osciloscópio.

Cuidados durante a substituição

Desconecte a bateria e siga os procedimentos de segurança, principalmente perto do circuito de combustível. Trabalhe com o motor frio para evitar queimaduras ou riscos com vapores diesel.

Não toque a ponta sensora com as mãos e evite contaminação por óleo ou metal. Use ferramentas adequadas e chave dinamométrica para aplicar o torque certo, sem deformar o corpo do sensor.

Depois de instalar, faça um teste de estrada e monitore RPM, estabilidade em marcha lenta e códigos OBD-II. Se continuar dando erro, confira aterramentos e chicote; a resistência entre pino do sensor e aterramento deve bater com o manual.

Se aparecer leitura estranha de pressão de combustão, confira compressão e pressão do rail (diesel common rail costuma ter 200–1600 bar / 20–160 MPa, depende da condição). Problemas nesses sistemas podem confundir e parecer falha do sensor.

Sempre aposte em peças de qualidade para garantir que o sensor de rotação diesel funcione bem e dure.

Manutenção preventiva e boas práticas para sensores de rotação

Mantenha o sensor limpo, conexões bem presas e montagem correta para evitar falhas intermitentes e códigos OBD-II como P0335. Ferramentas de diagnóstico e medição ajudam a validar sinais antes de sair trocando peças à toa.

Inspeção periódica do sensor e fios

Dá uma olhada no sensor e no chicote a cada 10.000–20.000 km, ou então aproveita aquela manutenção preventiva do motor. Procure isolamentos rachados, pinos meio esverdeados e terminais que pareçam soltos.

Com um multímetro ou um osciloscópio automotivo, dá pra confirmar se o sinal está ok. Sensores indutivos têm que gerar uma tensão alternada proporcional à rotação; os Hall, geralmente, entregam 5 V/0 V—mas confere no manual, porque cada fabricante faz do seu jeito.

Teste a resistência com o multímetro e compara com o valor que o fabricante recomenda (Bosch, Denso, Delphi, Continental, essas marcas clássicas). Se tiver um scanner OBD-II, use pra ver rampas de RPM e detectar se tem pulso perdido ou ruído no sinal.

Na hora de limpar, use limpa-contatos que não seja agressivo e uma escovinha macia. Evite soprar ar comprimido direto acima de 2 bar (0,2 MPa) no elemento, senão pode dar ruim.

Anote códigos OBD-II como P0335 ou P0336 se aparecerem, e registre se o motor estiver com marcha lenta estranha, falhando pra pegar ou dando umas engasgadas. Se o conector ou terminal estiver ruim, troque antes de pensar em substituir o sensor—falha elétrica é vilã comum.

Ajuste de instalação e uso de peças de qualidade

Quando for instalar, respeite o gap entre o dente do reluctor e o sensor—normalmente fica entre 0,5–2,0 mm, mas cada motor tem seu capricho. Aperte o parafuso de fixação com o torque certo, nada de exagerar, porque pode deformar a peça e aí complica tudo.

Use chave dinamométrica calibrada pra não errar na mão. Sensores originais ou equivalentes de marca são sempre melhores (Bosch, Denso, Delphi, Continental), garantem sinal limpo e resistem melhor a óleo e calor.

Fuja dos sensores genéricos sem ficha técnica, sério—eles costumam dar ruído elétrico e falhas que vão e voltam. Se o sistema é sensível, valida o sinal com osciloscópio e scanner OBD-II antes de liberar o carro.

Se o sensor toma muita sujeira de cárter ou respingo de diesel, improvise uma proteção extra no suporte e já planeje limpar na hora de trocar o óleo. Comprar peça boa evita dor de cabeça e máquina parada—sempre consulte o catálogo e busque o número OEM certo.

Frequently Asked Questions

O sensor de rotação nos motores diesel cuida do tempo de injeção e da sincronização da ignição eletrônica. Se ele falha, afeta marcha lenta, partida e controle de regime. Aqui vão respostas diretas sobre diagnóstico, códigos OBD-II, ferramentas e marcas pra te ajudar a localizar e trocar o sensor.

Como posso diagnosticar falhas no sensor de rotação em motores a diesel?

Primeiro, veja se aparecem códigos DTC OBD-II como P0335 (CKP circuit) ou P0336 (CKP range/performance) usando um scanner OBD-II que funcione com diesel.

Com um multímetro True RMS, meça tensão e resistência direto no conector do sensor; os valores mudam conforme o fabricante, então sempre confira as tabelas da Bosch, Denso ou Delphi.

Se quiser ser mais minucioso, use um osciloscópio (tipo PicoScope) para analisar o formato do sinal—pode ser onda quadrada ou senoide, depende do projeto.

Dê uma olhada na roda fônica: trincas, dentes quebrados ou folga de montagem ferram tudo. A folga entre sensor e roda fônica costuma ser de 0,5–1,5 mm, mas é bom confirmar no manual.

Quais são os sintomas típicos de um sensor de rotação defeituoso em veículos diesel?

Quando o motor não recebe pulso do virabrequim, a partida fica difícil ou simplesmente não pega.

Marcha lenta irregular, oscilações de RPM e aquela perda de potência chata sob carga também aparecem.

Se o painel acusar códigos e a injeção falhar de vez em quando, ou cortar combustível na hora de acelerar, desconfie.

Pode rolar desincronização, fumaça demais e funcionamento áspero até resolver.

A substituição do sensor de rotação em caminhões diesel pode ser feita pelo próprio usuário ou exige um profissional?

Em carros de passeio, dá pra trocar com ferramentas simples (chave torx/allen, soquetes), mas caminhões e veículos pesados pedem um técnico de verdade.

Motores grandes, com alto torque, podem exigir alinhamento da roda fônica e torque certinho no parafuso do sensor.

Se for encarar sozinho, use chave dinamométrica e não esqueça de proteger o conector com spray de contato.

Agora, se o sensor fica no volante do motor ou o sistema é complexo, melhor procurar quem entende pra não correr risco de estragar o módulo de injeção.

Qual é a localização comum do sensor de rotação em um motor diesel?

Normalmente, o sensor fica perto da polia do virabrequim ou montado sobre o volante do motor, alinhado com a roda fônica.

Em alguns modelos, ele está na frente do motor, sobre a polia; em outros, aparece na carcaça do volante.

Fique de olho em áreas com muito óleo ou sujeira, porque isso pode bagunçar as leituras. Consulte o manual técnico do fabricante pra achar o ponto exato (Bosch, Continental, Denso, etc).

Quanto tempo geralmente dura um sensor de rotação em veículos pesados com motor diesel?

A vida útil gira em torno de 80.000 a 200.000 km, mas depende muito do ambiente—calor, óleo, vibração, tudo isso pesa.

Se o caminhão roda em lugar com muita poeira ou calor, é bem possível que precise trocar antes.

Fazer inspeção preventiva a cada revisão de injeção ajuda a evitar surpresa ruim. Mantenha um registro das trocas, principalmente se for frota.

Existe diferença na instalação do sensor de rotação entre diferentes marcas de veículos diesel?

Sim, existe. Cada fabricante define tolerâncias, conectores e até procedimentos de calibração próprios.

Por exemplo, Bosch e Delphi podem adotar sinais e pinagens que não batem entre si. Alguns sensores ainda pedem um procedimento de adaptação ao módulo de injeção depois da instalação.

É preciso usar um scanner compatível ou aquela ferramenta de programação que o fabricante recomenda. Não tente improvisar aqui, sério.

Sempre dê uma olhada no manual técnico do veículo. Sensores originais ou de marcas conhecidas como Bosch, Denso, Delphi e Continental costumam evitar dor de cabeça.

Precisa de peças de qualidade?

A Armazém Auto Peças é especialista em injeção eletrônica diesel. Trabalhamos com as melhores marcas: Bosch, Denso, Delphi e Continental.

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